Como escrevemos e de onde vêm os preços
Cada texto nasce de três partes: a experiência de quem contrata e de quem presta o serviço, as regras e os dados oficiais, e o nosso julgamento editorial.
A experiência real
Para cada assunto, assistimos de 5 a 10 vídeos de quem vive o serviço: profissionais mostrando o próprio trabalho como ele é e clientes contando como foi a contratação. Lemos tudo, anotamos o que se repete, os erros comuns e as dúvidas de quem contrata. Vídeo de empresa vendendo o próprio serviço serve para saber o que se promete, não como prova.
Os fatos
Todo fato do texto tem fonte anotada: lei e norma (Planalto, ANAC, DECEA, Anatel, Procon) vêm antes do fabricante, que vem antes de guias e matérias. Fato que só aparece numa fonte vira "costuma" ou "pergunte antes", ou fica de fora. Número de fabricante aparece sempre como "anunciado".
Os preços
Os preços são coletados em tabelas públicas de profissionais, guias de mercado e anúncios, em várias cidades. No texto, mostramos só a faixa geral, do mínimo ao máximo, com o mês da coleta, sem citar cidade. Preço muda com o tempo e com o lugar: a faixa serve para você saber se um orçamento está no esperado, não para fechar negócio.
Revisão
Os textos passam por revisão de fatos, de lei e de linguagem antes de ir ao ar. Cada página mostra a data de publicação. Quando uma regra muda, como aconteceu com a de drones em 2026, atualizamos o texto.
Achou um erro?
Se você encontrou uma informação errada ou desatualizada, use a página de contato. Corrigimos e atualizamos a data.
Equipe conectaimagem